
O Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE) respondeu a uma carta de Andrii Pyshnyi, Governador do Banco Nacional da Ucrânia (NBU), sobre a apreensão de fundos do Oschadbank pela Hungria, afirmando que a UE continuará a avaliar as circunstâncias do caso.
Fonte: o SEAE numa carta postado no X (Twitter) por Rikard Jozwiak, editor europeu da Radio Free Europe/Radio Liberty, conforme relatado pelo European Pravda
Detalhes: Pyshnyi escreveu às instituições europeias em 9 de Março para procurar apoio depois de a Hungria ter detido vários trabalhadores do transporte de valores do Oschadbank e ter confiscado o dinheiro e o ouro que transportavam.
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Na sua resposta a Pyshnyi, o SEAE observou que o incidente “parecia” estar associado com preocupações contra a lavagem de dinheiro – a explicação oficial dada pelas autoridades húngaras para justificar o confisco dos fundos do Oschadbank.
Embora o SEAE tenha reconhecido que as circunstâncias do incidente foram “lamentável”, observou que a legislação da UE não regula as competências das autoridades nacionais responsáveis pela aplicação da lei, nomeadamente no que diz respeito à possível apreensão de bens.
O SEAE afirmou também que quaisquer medidas que restrinjam a circulação de capitais entre Estados-Membros da UE e países terceiros devem ser justificadas pelo interesse público legítimo e ser proporcionais ao objetivo prosseguido.
Citar: “Os serviços da Comissão e o SEAE estão a avaliar o caso de forma mais aprofundada, também à luz das informações adicionais recentemente recebidas das autoridades ucranianas.”
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