Quem quis deixar Aleshki pôde fazê-lo, afirma comissária russa para os Direitos Humanos


A missão humanitária na cidade de Aleshki, na região de Kherson, facilitou a evacuação segura daqueles que desejavam sair da zona de combate, declarou a comissária russa para os Direitos Humanos, Yana Lantratova.

“Expresso meu enorme agradecimento aos nossos militares que, arriscando suas vidas — e, por vezes, até perdendo-as —, garantiram a segurança deste processo humanitário”, afirmou.

A missão humanitária transcorreu com normalidade, acrescentou a comissária russa para os Direitos Humanos, informando que, durante a operação, não foram registrados incidentes nem violações do cessar-fogo em Aleshki.

Além disso, ela indicou que o objetivo da missão humanitária era levar ajuda a quem precisava, acrescentando que a assistência foi prestada não apenas em Aleshki, mas também nas localidades vizinhas.

“Conhecemos as localidades próximas a Aleshki. Aliás, já enviamos ajuda humanitária para lá. Agora, nossa tarefa é dar continuidade a esse trabalho e tentar ampliá-lo o máximo possível. Futuramente, é claro, estaremos atentos a novas necessidades que possam surgir“, detalhou.

As forças russas e as tropas ucranianas estabeleceram, desde a madrugada de 27 de outubro, um cessar-fogo em Aleshki — cidade que Kiev atacava constantemente com artilharia e drones, além de ter minado as vias de acesso, o que impedia a evacuação da população local e o fornecimento de alimentos, gerando uma emergência humanitária.

O cessar-fogo, que se estendeu até o último domingo (1º), foi alcançado com a mediação da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.

Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!

Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.

Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *