Júri da Bienal de Veneza renuncia após escândalo no pavilhão russo









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Seis membros do júri internacional da Bienal de Veneza, uma exposição internacional de arte, juntamente com a sua presidente Solange Oliveira Farkas, demitiram-se após um escândalo sobre a participação da Rússia e de Israel.

Fonte: European Pravda, citando o assessoria de imprensa para a Bienal de Veneza

Detalhes: Todos os seis membros do júri, juntamente com Farkas, renunciaram ao cargo após uma visita de inspetores do Ministério da Cultura italiano.

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A decisão foi tomada após uma reunião entre os membros do comitê e o presidente da Bienal de Veneza, Pietrangelo Buttafuoco, em meio a semanas de tensão em torno da abertura do pavilhão russo na exposição e da presença de artistas israelenses.

A decisão de permitir a participação da Rússia na exposição provocou fortes reações em todo o mundo e dentro da própria Itália.

Fundo:

  • O Ministro da Cultura da Itália, Alessandro Giuli, disse ele não compareceria à inauguração da 61ª Bienal de Veneza em protesto contra a presença do pavilhão russo.

  • Mais de 20 países europeus apelaram à exclusão da Rússia da Bienal de Veneza.

  • Em resposta à presença do pavilhão russo, a União Europeia encerrou oficialmente uma subvenção de três anos no valor de 2 milhões de euros para a Bienal de Veneza.

  • Entretanto, a Ucrânia instou os organizadores da Bienal de Veneza a reconsiderar sua decisão em relação à participação da Rússia e defender a posição de princípio demonstrada em 2022–2024.

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