
UMA ESTÁTUA do faraó “mais poderoso” que lutou com Moisés foi encontrada perto do Mar Vermelho.
A descoberta bombástica revelou um enorme fragmento de Ramsés II, o governante tirano que escravizou o povo hebreu no Livro do Êxodo.
A descoberta surpreendente foi descoberta em Tel Faraoun, a noroeste do Mar Vermelho, pelo Conselho Supremo de Antiguidades do Egito.
O fragmento de 2,10 metros de comprimento mostra a cabeça e o torso de um antigo faraó e pesa entre cinco e seis toneladas – aproximadamente o peso de um elefante africano macho.
A análise revela que a descoberta bombástica remonta a 1550 a 1070 aC, na época em que Stonehenge foi construído na Inglaterra.
Os arqueólogos acreditam que o enorme fragmento fazia parte de um grupo maior de faraós e deuses que foi transportado de Pi-Ramsés, a grande cidade real fundada por Ramsés II.
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Ramsés II foi um tirano militar agressivo com um exército de 100.000 homens e governou o Egito entre 1279 e 1213 AC.
Embora Ramsés II não seja mencionado pelo nome, a Bíblia descreve escravos hebreus construindo a cidade de Pi-Ramsés, encomendada pelo faraó.
Acredita-se que a antiga cidade esteja localizada no mesmo local em que o enorme fragmento foi encontrado no leste do Delta do Nilo.
Alguns estudiosos especulam que a sobreposição geográfica e as referências à cidade de Pi-Ramsés, mencionada na Bíblia, ligam Ramsés II ao governante tirano que escravizou o antigo povo hebreu.
No relato bíblico, diz-se que Moisés confrontou o governante e exigiu que o povo hebreu fosse libertado.
Quando o faraó não concordou, o Livro do Êxodo afirma que Deus desencadeou uma série de pragas horríveis, gafanhotos e águas vermelhas sobre a nação.
Os estudiosos fazem questão de alertar que não há evidências conclusivas para identificar o faraó descrito no Antigo Testamento.
Em 2024, os arqueólogos desenterraram outra descoberta incrível que se acredita estar ligada a Ramsés II.
A espada de bronze de 3.000 anos estava gravada com o emblema pessoal do governante.
A lâmina de bronze brilhante foi encontrada em um antigo quartel do exército no Delta do Nilo.
Acontece no momento em que os cientistas revelam com detalhes chocantes os membros de múmias de 2.300 anos.
A digitalização de imagens de última geração expôs tudo, desde crânios até um pé bem preservado, com um grande pedaço faltando no dedão do pé.
Fonte – The Sun