
A Rússia poderia lançar uma operação militar limitada contra um Estado membro da NATO depois do fim da guerra na Ucrânia.
Fonte: Ministério da Defesa holandês, citado pelo jornal holandês NU.nl e relatado pelo Pravda Europeu
Detalhes: No seu documento anual de estratégia de política de defesa, o Ministério da Defesa holandês disse que a Europa está numa “área cinzenta” entre a guerra e a paz e comprometeu-se a aumentar o investimento holandês na defesa, particularmente em armas não tripuladas, como os drones.
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O ministério disse, citando os serviços de inteligência holandeses, que a Rússia está a preparar-se para um confronto de longo prazo com a Europa. Na pior das hipóteses, a Rússia poderia lançar uma operação militar limitada contra um Estado membro da NATO após o fim da guerra contra a Ucrânia.
O ministério sublinhou que a guerra na Ucrânia mostrou que a maioria das vítimas nos campos de batalha são agora causadas por ataques de drones. Como resultado, o Ministério da Defesa pretende avançar nessa direção e afirmou que “mais de metade dos resultados operacionais deverão ser alcançados através de sistemas não tripulados” nos próximos cinco anos.
O governo holandês planeia um investimento faseado de 20 mil milhões de euros adicionais na defesa até 2035.
Isto permitirá aos Países Baixos cumprir a meta da NATO de gastar 3,5% do PIB na defesa.
Fundo:
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O Ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radosław Sikorski, acredita A Rússia poderia organizar uma “operação de bandeira falsa” para justificar um ataque a um Estado membro da NATO.
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O serviço de inteligência da Letónia alertou recentemente que a Rússia está a preparar possíveis provocações contra os Estados Bálticos ou a Polónia, incluindo ataques de drones e outras ações híbridas, para forçar os países da NATO a deixarem de apoiar a Ucrânia.
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