
A Procuradoria-Geral avaliou que os motivos alegados por Ruslan Kravtchenko para viajar para o estrangeiro eram fictícios.
O procurador-geral interino, Anton Kovalsky, declarou que Kravtchenko utilizou um convite para a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE) — originalmente dirigido ao seu adjunto, Viktor Logachev — depois de este ter desistido de realizar a viagem.
Além disso, o próprio Kravchenko assinou a ordem de missão referente à sua viagem oficial, embora este tipo de procedimento deva, obrigatoriamente, ser coordenado pelo Departamento de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral.
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