Luisa González, ex-candidata à presidência do Equador em 2023 e 2025 pelo movimento Revolução Cidadã (RC), foi detida na província de Manabí, segundo um comunicado do grupo político divulgado nesta quinta-feira (22).
“O movimento Revolução Cidadã e sua equipe de defesa técnica denunciam, perante o povo equatoriano e a comunidade internacional, a detenção arbitrária e inconstitucional de nossa dirigente e ex-candidata presidencial, Luisa González Alcívar, ocorrida na madrugada de hoje, na paróquia de Canuto, cantão de Chone, província de Manabí”, afirma o comunicado oficial.
A localização atual da detida não foi informada pelas autoridades, e o acesso de sua defesa técnica não foi permitido — o que constitui uma “grave violação das garantias básicas” do devido processo legal e “de seus direitos humanos fundamentais”, aponta o texto.
Enquanto isso, a Procuradoria-Geral do Estado confirmou o cumprimento de mandados de prisão contra três pessoas, sem especificar nomes.
“A Procuradoria e a Polícia executaram, nesta madrugada, mandados de prisão nas províncias de Pichincha e Manabí, visando à formulação de acusações contra três pessoas investigadas por suposta participação no crime de lavagem de dinheiro“, informou o órgão estatal na rede social X.
Anteriormente, o ex-presidente do Equador Rafael Correa (2007–2017) também havia denunciado a detenção de González por meio de sua conta no X.

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