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O sistema de cuidados a idosos enfrenta pressões convergentes de uma população envelhecida, grave escassez de pessoal e tempo limitado para programas de bem-estar individuais. As tecnologias existentes incluem aplicativos de lembrete, detectores de queda, assistentes de voz e dispositivos complementares. Cada um deles aborda apenas uma parte do problema. Este artigo defende um paradigma diferente: o bem-estar, definido em sete dimensões interdependentes, como o princípio organizador de uma nova categoria de robô socialmente assistencial. Ele apresenta a Care Robot Autonomy Scale (CRAS), uma estrutura de seis níveis que mede a autonomia em avaliação, intervenção, inteligência social e coordenação de cuidados. O artigo analisa as capacidades técnicas que tais sistemas exigem, as evidências clínicas recolhidas até à data e um roteiro faseado para uma maior autonomia. Encerra com implicações educacionais para operadores de cuidados, pesquisadores, reguladores e desenvolvedores de plataformas robóticas.